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Três estratégias para superar o senso comum da advocacia

O mercado do direito recebe novos advogados todos os anos; e isso não é pouca gente. Bom a expansão das instituições de ensino do direito e a ampliação do número de bacharéis, muito se discute a respeito de como se destacar e, então, fazer diferente. Cada vez mais se exige do advogado – seja ele um novato na carreira ou alguém consolidado – o desenvolvimento de competências e habilidades que vão além de serem meros “técnicos do direito”.

O mercado do direito recebe novos advogados todos os anos; e isso não é pouca gente. Bom a expansão das instituições de ensino do direito e a ampliação do número de bacharéis, muito se discute a respeito de como se destacar e, então, fazer diferente. Cada vez mais se exige do advogado – seja ele um novato na carreira ou alguém consolidado – o desenvolvimento de competências e habilidades que vão além de serem meros “técnicos do direito”.

No mundo do direito brasileiro, há uma carência enorme de profissionais que alcançam estes objetivos e deixam de fazer ou apresentar o “mais do mesmo”. Por exemplo, não faltam no mercado advogados que fazem de maneira relativamente bem-sucedida uma audiência sobre defesa do consumidor. Da mesma forma, não faltam consultores ou chefes de departamentos jurídicos que produzam de forma bastante satisfatória um parecer a respeito do impacto das ações judiciais no orçamento da empresa. Porém, é muito incomum obter um profissional que seja persuasivo e inteligente a ponto de reverter entendimentos e teses jurídicas num contexto de audiência ou de recurso. Da mesma forma, é bastante raro conhecer um consultor que não somente faça um diagnóstico da situação tributária da empresa, mas também estabeleça estratégias eficazes de aprimoramento fiscal e contábil.

Costumo dizer que é fundamental para prestar um serviço jurídico diferente e inovador a superação de três preliminares relacionadas ao senso comum da advocacia, quais sejam: a lei, a idéia de mera prestação de serviços, e o mecanicismo.

O profissional do direito que vá além dessas três preliminares já terá bons subsídios para transitar no mundo do direito. Primeiramente, é preciso ir além de um mero serviço baseado na lei. A quase unanimidade dos clientes não está à procura de um mero técnico do direito, mas de alguém que consiga pensar de forma inteligente o seu problema e propor soluções criativas de forma interdisciplinar.

Em segundo lugar, muitos profissionais do direito concebem a sua atividade profissional apenas como um serviço prestado a clientes, mas esquecem que eles podem fazer muito mais do que isso. Você está oferecendo respostas, estratégias, possibilidades e soluções para os problemas e desafios cotidianos que as pessoas e instituições enfrentam.

Em terceiro lugar, é preciso superar o mecanicismo na prestação do serviço jurídico. O profissional do direito pode passar a privilegiar o aspecto quantitativo do serviço – tais como a produção excessiva de relatórios, relacionamento impessoal, pouco cotidiano com o cliente – e, então, sua atividade passa a ser fortemente mecânica. O resultado é a perda da atenção à dimensão qualitativa deste serviço, tais como o tratamento com o cliente, transparência, atendimento personalizado, etc.

Ao superar o apego à lei, a idéia de mera prestação de serviços e o mecanicismo, o advogado consegue romper com o senso comum do que significa o seu papel e contribuir para a efetivação de direitos de uma maneira muito mais qualificada, comprometida e profissional. Os resultados em termos de prestígio e reconhecimento por parte dos clientes não demorarão a surgir! Afinal, nenhum cliente quer o “mais do mesmo”!

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Autor: Felipe Asensi

Diretor do Instituto Diálogo, Pós-Doutor em Direito e Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Publicado em Correio Forense (30/09/15)

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