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Qualificação para o trabalho

Você já pensou no que significa ser um profissional como Homer Simpson? Não, certamente tudo o que você deseja é não exercer o seu trabalho como ele o faz.  E não deve, nem precisa. Não deve porque o mundo necessita de profissionais que contribuam com seu talento integralmente na construção de um futuro melhor. Não precisa porque efetivar esta conduta não é materializar um sonho, mas é cumprir a lei. Esta a premissa do ser humano sustentável.

 

Levanto estas questões  ainda sob forte emoção de aula magna proferida pelo professor doutor José Eduardo de Miranda.  Foi neste momento em que percebi que devo estudar ainda mais, ler muito mais e sobre assuntos mil, se quiser fazer parte do grupo da sustentabilidade humana.

 

Reunir a técnica jurídica ao necessário humanismo foi o alerta. E esta conduta está nos detalhes e na dedicação.

 

Ouso apropriar-me do exemplo apresentado na referida aula. O artigo 205 da Constituição da República Federativa do Brasil diz:

A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. ”

 

E o artigo 2º da Lei de Diretrizes e Bases amplia:

A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideiais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

 

Antes de qualquer profissão, ser humano é fundamental. Por isso a educação não deve ser aquela eminentemente positivista. Isto todos sabemos. Talvez o que nem todos nós soubéssemos é que esta norma consta da Carta Magna do país e da lei específica para educação, como demonstrado nos parágrafos anteriores, em negrito.

 

Instados a tirar o pó do armário, reduzir o uso do smartphone e nos tornarmos seres humanos integrais e sustentáveis, é de se reparar que a lei traz a qualificação para o trabalho tão somente no final, depois de conclamar o cidadão a ser pleno, a participar do aprimoramento da sociedade, solidária e livremente, montando sua própria equação de felicidade.

 

 

Rosangela Tremel

Advogada; Jornalista; Administradora de empresas; Criadora do projeto e Editora-Chefe da Revista Jurídica da Unisul “De fato e de direito”- versões impressa e eletrônica; professora de Direito Público em grau de Mestre para pós graduação; Especialista em Advocacia e Dogmática Jurídica, em Marketing e em Ciências Sociais;  publicou pelos selos editoriais técnicos Atlas, Ágora, Associação Acadêmica da Faculdade de Direito de Lisboa, colaboradora de periódicos especializados, palestrante convidada.  

 

 

 

 

 

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