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PNL e advocacia: uma parceria do futuro

O mercado da advocacia caminha a passos largos a uma saturação de profissionais, sendo esta infelizmente a sua presente realidade.

Atualmente, existem 835 (oitocentos e trinta e cinco) mil advogados no país e projeta-se um aumento significativo desse quantitativo, que deverá chegar a um milhão de profissionais em 2018.

Na XXII Conferência Nacional dos Advogados Brasileiros, que ocorreu em 2015, o ex-presidente da OAB, Dr. Ophir Cavalcante, se pronunciou a respeito da expansão do quantitativo de faculdades de Direito no Brasil, sendo relatado o seguinte: 

  1. em 1995, existiam 165 (cento e sessenta e cinco) faculdades de Direito;
  2. em 2001, o número subiu para 505 (quinhentos e cinco) faculdades de Direito e; 

       iii.      em 2014, o número de faculdades de Direito atingiu a cifra de 1284 (mil e duzentos e oitenta e quatro) abertas; sendo verificado um crescimento no período de 778,18% nesse período2

 Ademais, com o passar dos anos, o mercado tem se mostrado mais exigente, tanto que: 

  1. nos anos 80, o diferencial do mercado era ter uma graduação;
  2. na década de 90, se sobressaía quem possuía uma especialização;

       iii.      hoje, o diferencial considerado é ter um mestrado e, em algumas posições, o doutorado.

Utilizando-se como referência os resultados apontados acima, permite-se nesse artigo vislumbrar que, atualmente, novas competências e habilidades têm se revelado como diferenciais no mercado.

Dessa maneira, mesmo que a desempenho técnico e a eficiência dos serviços advocatícios sejam qualidades consideradas relevantes, tais aspectos já não tem se mostrado suficientemente capazes de destacar um advogado em relação aos demais.

As novas competências e habilidades

A aquisição cada vez maior de conhecimentos técnico-jurídicos se mostra essencial e indiscutível, até para que o causídico possa acumular maior quantidade de conhecimentos e aplicá-los, criando novas teses jurídicas (que poderão redundar na criação de jurisprudência), reflexões doutrinárias e permitindo, dessa forma, a evolução das disciplinas jurídicas relações humanas e instituições sociais.

No entanto, além de capacitação intelectual, para se diferenciar no mercado o advogado deve desenvolver novas competências e habilidades que, na maioria das vezes, os “bancos” das instituições acadêmicas não lhe proporcionarão, até porque, não será esse o seu propósito-fim.

A aquisição dessas novas competências e habilidades tem o condão de tornar o advogado um profissional dinâmico na busca de soluções, versátil com relação aos impasses cotidianos, flexível às mudanças e perspicaz no contato com as pessoas, fatores esses que o distinguirá no mercado atual que é muito acirrado.    

Nesse contexto, vindo o profissional da advocacia a disponibilizar no seu portfólio pessoal competências e habilidades, tais como: 1) mediação/conciliação judicial e extrajudicial de conflitos; 2) negociação entre partes divergentes e até convergentes; 3) estabelecer networking com clientes e outros advogados; 4) gestão humanizada, eficiente e otimizada de pessoas, clientes e demandas nos escritórios/departamentos jurídicos; 5) realização de marketing jurídico de modo ético, eficiente e inovador; 6) planejamento e autogerenciamento da sua carreira e 7) inovação no atendimento aos clientes e na prestação dos serviços advocatícios.

Pode-se dizer tranquilamente que as qualidades mencionadas anteriormente serão diferenciais que distinguirão, juntamente com a excelência do conhecimento jurídico, o sucesso ou não do advogado nos próximos anos.

A importância da PNL como instrumento de diferenciação do advogado

Diante dessa necessidade de distinção profissional, onde se inseriria a Programação Neurolinguística – PNL nesse cenário? 

Inicialmente, importa esclarecer que a PNL consiste no estudo da experiência subjetiva. Estuda-se os padrões (programação) criados pela interação entre o cérebro (neuro), a linguagem (linguística) e o corpo.

A PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, como se cria os pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos e como pode-se direcionar e otimizar tal processo. Ou seja, a PNL estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher a maneira que quer funcionar. Em síntese apertada, a PNL estuda como se processo o pensamento.

Melhor dizendo, a PNL se revela um conjunto de técnicas capazes de fomentar e contribuir para evolução, diferenciação e prosperidade do advogado e dos escritórios/departamentos jurídicos, haja vista que tais ferramentas têm o poder de:

  1. melhorar a comunicação do advogado com as pessoas envolvidas na sua rotina diária;
  2. contribuir significativamente para o seu desenvolvimento e destaques profissionais;
  3. propiciar o aumento da organização, produtividade, prosperidade e alcance de metas do advogado/escritório/departamento jurídico; e
  4. se mostrar extremamente úteis na esquiva de conflitos e na geração de soluções de impasses em negociações sejam judiciais ou extrajudiciais.

A PNL adentra nesse cenário como uma ferramenta que permite ao advogado aprender e desenvolver muitas dessas habilidades e capacidades, além de permitir que esse operador do Direito se aprimore e possa se distinguir profissionalmente e evoluir também pessoalmente. 

Aplicações da PNL na advocacia

A PNL tem uma extensa aplicação na habilidade do advogado se expressar de forma clara, convicta e direta; de se planejar, organizar e se adaptar as circunstâncias que venham a se apresentar diariamente e em situações futuras que demandem a sua superação.

Para fins elucidativos, citar-se-á dois exemplos que já acontecem na atualidade e serão cada vez mais comuns. Seriam eles:

  1. a) negociações envolvendo fusões de escritórios de advocacia de médio e pequeno porte. Em tais situações a comunicação harmoniosa entre os interessados, flexibilidade e adesão às mudanças de todos os envolvidos são elementos de extrema importância para conclusão bem-sucedida dessa operação e, posteriormente, para estabilidade e evolução das futuras relações interpessoais entre todos os seus membros; e
  2. b) readequação e modernização das estruturas de muitos escritórios de advocacia de pequeno e médio porte, que deverão ser flexíveis e estar aptos às mudanças demandadas pelas inovações tecnológicas, caso desejem acompanhar as novas necessidades do mercado, no que se refere à facilidade de acesso às informações e de uma comunicação mais célere e efetiva com os seus clientes.

Observa-se, portanto, que o advogado terá que estar cada vez mais preparado para se diferenciar e destacar como profissional entre os seus pares, ser mais flexível na estruturação, gestão e organização das suas atividades e buscar uma maior eficiência na elaboração do seu planejamento estratégico de atuação no mercado da advocacia.

Dentro dessas exigências, com as quais o advogado terá que se enfrentar, a PNL oferece ferramentas valiosas que permitirão uma maior eficiência na sua atuação, o que, por conseguinte, propiciará um ganho inestimável na sua realização e prosperidade.

 

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15 de agosto de 2016

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