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Liderança em escritórios e departamentos jurídicos

Neste artigo objetiva-se discutir como a Programação Neurolinguística – PNL pode apresentar caminhos, técnicas e ferramentas para um assunto considerado como  ponto crítico e sensível dentro da gestão e dinâmica de escritórios e departamentos jurídicos.

Trata-se de LIDERANÇA! Como isso pode auxiliar na solução de dilemas e questões intrincadas envolvendo a realidade dos escritórios de advocacia e departamentos jurídicos das instituições?

A PNLaplicada à Liderança pode trazer ferramentas e instrumentos capazes de solucionar possíveis impasses.

Uma situação concreta

A situação concreta que se pretende trazer pode ser considerada como um caso corriqueiro na rotina da advocacia.

Augusto e Célio são dois advogados muito estudiosos e competentes e integram a equipe de um mesmo escritório. Os dois estão discutindo a respeito dos argumentos jurídicos que serão utilizados numa contestação a ser elaborada para um cliente em comum.

Os dois advogados apresentam pontos de vistas diferentes quanto à estratégia defensiva processual e material a ser utilizada no caso. Além disso, Augusto e Célio se mostravam intransigentes e inflexíveis quanto aos seus próprios posicionamentos, estando irredutíveis com relação as suas respectivas teses jurídicas materiais e processuais.

Como resolver esse impasse?

Imaginem se Augusto e Célio tivessem conhecimento a respeito das ferramentas disponibilizadas pela PNL? Essa situação seria contornada facilmente ou nem mesmo surgiria.

Primeiramente, se esses profissionais do Direito entendessem que seus próprios “mapas” – ou seja, que suas respectivas leituras internas e pessoais da realidade externa – são diferentes entre si e do que acontece na vida real (o “mapa” não é o território), poder-se-ia esperar que os dois advogados adotassem provavelmente uma postura mais flexível diante desse aparente conflito. Teriam o condão de perceber que, para progresso das discussões e sucesso na elaboração da argumentação defensiva a ser utilizada na contestação, seria importante que ambos trabalhassem em parceira (flexibilidade).

Assim agindo, Augusto e Célio buscariam pesquisar e rememorar casos anteriores, cujos resultados, mesmo que não tenham sido os esperados, poderiam ser utilizados como um “feedback” no auxílio da elaboração e direcionamento das estratégias processuais e materiais a serem utilizadas na peça a ser elaborada para o cliente.

Essa postura de reconhecimento de cada advogado quanto à sua incompletude, necessidade de aprimoramento constante (mudança) e de união de esforços com vista a atingir um melhor resultado de um trabalho estão alinhadas a ferramentas próprias da PNL que seriam, coincidentemente, três das suas pressuposições ou princípios.

Tal como as disciplinas jurídicas, a PNL também tem os seus próprios princípios que norteiam a sua aplicação. Neste caso, as pressuposições aplicadas seriam: i)o “mapa” não é o território; ii) flexibilidade e iii) mudança.

Sendo assim, tendo por base a situação anteriormente exposta, ao aplicar as mencionadas pressuposições, Augusto e Célio verificariam que suas próprias leituras não correspondem à realidade, mas apenas representações internas e pessoais, que seriam insuficientes para construção de uma tese ampla e madura em favor do cliente (“mapa” não é o território).

Além disso, seria necessário que ambos se mostrassem flexíveis quanto aos seus respectivos entendimentos jurídicos, cujo intuito seria viabilizar um trabalho em equipe e permitir a construção de uma estratégica jurídico-processual-material mais rica e eficiente (flexibilidade).

Ademais, isso redundaria necessariamente numa obrigatória alteração das suas ideias técnico-jurídicas iniciais e no modo de condução da situação (mudança), tendo em vista que as mudanças fazem parte da vida e que soluções utilizadas no passado podem não se mostrar adequadas e atualizadas o suficiente para as demandas presentes (mudança).

Um outro cenárioconcreto possível

Imagine-se, no entanto, que Augusto e Célio, sem qualquer noção prévia de instrumentos disponibilizados pela PNL, se mantivessem inflexíveis no que tange as suas respectivas teses jurídicas materiais e processuais a ser utilizada na contestação do cliente do escritório.

Infelizmente o impasse existente entre os dois chegou ao advogado dono do escritório, Dr. Carvalho. Que tipos de recursos poderiam ser usados pelo experiente dono do escritório para resolver isso?

O Dr. Carvalho poderia fazer uso da estratégia Disney que – apesar de ser muito utilizada em projetos, teria aplicação neste caso.

Em um primeiro estágio, Augusto e Célio exporiam os seus pontos de vista ao Dr. Carvalho (estágio dos sonhadores – “brainstorm“).

Numa segunda etapa, Augusto e Célio seriam indagados como seria aplicar na realidade cada uma das teses isoladamente. Ou seja, quais seriam os argumentos-chaves das teses de cada um e suas repercussões (estágio dos realistas).

Após tudo isso, os três em conjunto seriam críticos das duas teses (englobando todos os aspectos refletidos e discutidos) e chegariam ao consenso (estágio dos críticos).

Em todas essas etapas, o Dr. Carvalho aplicou concomitantemente técnicas de PNL aplicadas à Liderança, tais como: i) iniciativa; ii) ouvir atentamente os advogados (escuta ativa); iii) estabelecimento de limites (fixou critérios para solução do problema); iv) utilizou uma forma de resolução aberta e transparente (orientada para solucionar o problema) e v) sempre envolveu todos que estavam engajados na discussão (foco no “NÓS”). Todas essas ferramentas estão ligadas à comunicação assertiva do líder.

Um caminho promissor

Observa-se como as habilidades mencionadas propiciam uma diferenciação do profissional no dia a dia, o desenvolve e capacita para se deparar nas mais diversas situações que a vida profissional e até pessoal podem oferecer.

Ou seja, pode-se constatar claramente que uma relação integrada entre as técnicas de PNL ligadas ao exercício da liderança tem o poder de evitar conflitos, criar um sentimento de respeito às individualidades, estimular o potencial individual de cada pessoa que integra a equipe, estimular a adesão e o empenho de todos os participantes da equipe, direcionar a equipe atingir de modo mais objetivo e eficiente as suas metas e, por fim, desconstituir a figura mítica do “chefe”para construir a imagem de um verdadeiro líder dentro de um escritório de advocacia ou departamento jurídico.

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